ATENÇÃO: PROMOTORES QUE PEDIU PRISÃO DO LULA NO CASO TRIPLEX, FORAM CHAMADOS DE OS 3 PATETAS

PELA QUALIDADE DO QUE PRODUZIRAM OS AUTORES DO PEDIDO DE PRISÃO DE LULA JÁ ESTÃO SENDO CHAMADOS DE OS TRÊS PATETAS E OS TRAPALHÕES EM LISTAS DE WHATSAPP DO MUNDO JURÍDICO. Afirma ( revistaforum
Formado pela Faculdade Católica de Direito de Santos, Conserino ingressou no Ministério Público de São Paulo e se engajou em investigações sobre políticos e crime organizado. Denunciou o envolvimento de um grupo de vereadores e empresários de Porto Ferreira, no interior de São Paulo, que promovia prostituição de menores de idade.Quando atuou em Santos, investigou policiais e advogados, que teriam envolvimento com jogos de azar. Nesse caso, os acusados acabaram liberados e Conserino foi processado e condenado a indenizar um dos presos por dano moral.





E o Promotor José Carlos Blat levou 10 anos para se formar em Direito, por conta de dificuldades financeiras. Trabalhou como garçom, caixa e chegou a ser gerente adjunto de banco antes de ingressar, em 1993, no Ministério Público do Estado de São Paulo. Em 1998, era promotor em Diadema, um dos municípios mais violentos do estado na época. 

José Carlos Blat chegou a ser investigado pela sua relação com contrabandistas e bicheiros, mas as apurações foram arquivadas sem que ficasse provado qualquer malfeito de Blat.

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O JAPONÊS DA FEDERAL FOI UM DOS 23 POLICIAIS FEDERAIS ALVOS DA OPERAÇÃO SUCURI, DEFLAGRADA EM 2003 PARA APURAR UM ESQUEMA FORMADO POR AGENTES DA PF E DA RECEITA FEDERAL QUE FACILITAVA O CONTRABANDO DE PRODUTOS ILEGAIS NA FRONTEIRA COM O PARAGUAI EM FOZ DO IGUAÇU (PR).
Operação Sucuri. Deflagrada em 2003, a a operação desmontou um grande esquema de contrabando de procutos na Ponte da Amizade, na fronteira do Brasil com o Paraguai em Foz do Iguaçu, no Paraná.  Ao todo, participavam do esquema sete “agenciadores”, seis contrabandistas, 23 agentes da PF, sete técnicos da Receita Federal e três policiais rodoviários federais.
Os “agenciadores”, no total de sete, faziam a intermediação entre os contrabandistas e os servidores públicos e repassavam a propina aos agente da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal que atuavam na Ponte da Amizade.
Além deles, havia um grupo de seis contrabandistas formado, que atravessavam a ponte com as mercadorias contrabandeadas mediante o pagamento das propinas.
O terceiro e maior grupo do esquema criminoso era formado por servidores públicos federais que atuavam na Ponte da Amizade, que recebiam propina e deixavam de fiscalizar ou mesmo fingiam fiscalizar os veículos dos contrabandistas. Em alguns casos, as placas dos carros eram repassadas ao grupo de servidores que, com isso, sabiam quem “proteger”.  
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